Fundação Ethereum vende US$ 23 mi em ETH à BitMine
A Ethereum Foundation vendeu mais 10.000 ETH à BitMine em uma negociação OTC avaliada em cerca de US$ 22,9 milhões. A fundação afirma que os recursos financiam P&D do protocolo, desenvolvimento do ecossistema e grants.
Stablecoins superam Bitcoin em compras na América Latina
Relatório da Bitso mostra que stablecoins ligadas ao dólar responderam por 40% das compras cripto na América Latina em 2025, superando o Bitcoin pela primeira vez. No Brasil, o mercado aparece mais equilibrado: stablecoins somaram 34% das compras, enquanto o Bitcoin ficou em 22%.
FCA abre caminho para fundos tokenizados no Reino Unido
📋 Resumo A FCA publicou novas orientações para facilitar a tokenização de fundos no Reino Unido, permitindo o uso de DLT dentro das regras existentes e criando um modelo opcional Direct to Fund. A medida mira eficiência para gestoras e dá mais clareza para estruturas on-chain em um mercado com £16,5 trilhões sob gestão.
A Financial Conduct Authority (FCA), reguladora financeira do Reino Unido, publicou novas orientações para acelerar a tokenização de fundos de investimento e dar mais segurança jurídica ao uso de tecnologia de registro distribuído (DLT) por gestoras. A medida também introduz novas regras para um modelo opcional chamado Direct to Fund (D2F), que permite ao investidor negociar diretamente com o fundo, seja ele tradicional ou tokenizado.
Na prática, a decisão coloca a tokenização de fundos dentro do arcabouço regulatório já existente, em vez de tratá-la como uma estrutura paralela. Para o mercado cripto, o ponto central é que a FCA reconhece a possibilidade de usar DLT em operações de fundos regulados, inclusive em modelos de infraestrutura pública quando houver controles adequados, segundo declarações da Investment Association citadas pela própria autarquia.
O que muda para fundos tokenizados
A FCA afirma que a tokenização pode reduzir custos, ampliar o acesso a produtos de investimento e tornar a infraestrutura de fundos mais eficiente. Tokenizar um fundo significa representar cotas, direitos ou registros de propriedade em uma rede distribuída, em vez de depender apenas de sistemas tradicionais de registro e liquidação.
O novo modelo Direct to Fund é outro ponto relevante. Segundo a reguladora, ele permite que investidores negociem diretamente com o fundo, o que pode reduzir etapas operacionais e intermediários.
Senado avança acordo sobre rendimento em stablecoins
O Senado dos EUA destravou uma parte sensível do Clarity Act ao propor limites para rendimento em stablecoins. O texto proíbe produtos parecidos com juros bancários, mas preserva recompensas ligadas ao uso real de plataformas cripto.
Bitcoin mira US$ 80 mil após balanços de big techs
Bitcoin voltou a ganhar força com o alívio nos mercados após balanços positivos de big techs nos EUA. Ainda assim, a região de US$ 80 mil segue como teste decisivo, em meio a saídas de ETFs, incerteza sobre juros e risco geopolítico no petróleo.
📋 Resumo A ARK Invest projetou que o valor de mercado do Bitcoin pode chegar a US$ 16 trilhões até 2030, impulsionado por ETFs, tesourarias corporativas e adoção soberana. A estimativa reforça a tese de “ouro digital”, mas depende de entrada institucional consistente e não elimina a volatilidade no curto prazo.
A ARK Invest, gestora liderada por Cathie Wood, voltou a defender uma das teses mais otimistas do mercado: o Bitcoin pode atingir US$ 16 trilhões em valor de mercado até 2030. A projeção aparece no relatório anual Big Ideas 2026 e foi destacada pelo CoinDesk nesta sexta-feira (1º).
O número implica uma alta de mais de 10 vezes em relação ao valor de mercado atual, estimado em cerca de US$ 1,5 trilhão. Mesmo em um cálculo simplificado com 21 milhões de BTC em circulação, a tese apontaria para um preço acima de US$ 730 mil por moeda — um cenário de longo prazo, não uma previsão de curto prazo.
Institucionais seguem no centro da tese
Segundo a ARK, o principal motor para essa expansão seria a adoção institucional acelerada. A gestora cita três frentes: ETFs spot, tesourarias corporativas e possíveis alocações de entidades soberanas. A leitura é que o Bitcoin está deixando de ser visto apenas como ativo especulativo para ocupar espaço como reserva alternativa em carteiras globais.
O relatório também projeta que o mercado total de ativos digitais pode alcançar cerca de US$ 28 trilhões até o fim da década, ante aproximadamente US$ 2,7 trilhões hoje. Para a ARK, a maturação do Bitcoin como principal ativo dessa nova classe ajudaria a puxar o restante do setor.
A tese conversa com um movimento já observado nos últimos meses. Como o CriptoBR mostrou na matéria sobre ETFs de Bitcoin atraindo US$ 2,1 bilhões enquanto os US$ 80 mil viravam teste, a demanda via produtos regulados se tornou uma das variáveis mais acompanhadas por traders e gestores.
📋 Resumo O Banco Central do Brasil proibiu o uso de criptoativos na liquidação de pagamentos internacionais dentro dos trilhos regulados de câmbio eletrônico. A regra não impede a compra e venda de criptomoedas, mas separa stablecoins e outros tokens da infraestrutura oficial usada por bancos, fintechs e remessadoras.
O Banco Central do Brasil apertou o cerco sobre o uso de criptomoedas em pagamentos internacionais regulados. Segundo reportagem da crypto.news, a autoridade monetária passou a barrar criptoativos como instrumento de liquidação dentro dos canais oficiais de câmbio eletrônico, usados por bancos, instituições de pagamento e empresas de remessas.
Na prática, a medida cria uma fronteira mais clara entre o mercado cripto e a infraestrutura supervisionada de pagamentos transfronteiriços. Brasileiros ainda podem comprar, vender e transferir ativos digitais em corretoras ou em operações ponto a ponto, mas prestadores conectados aos trilhos regulados de eFX terão de liquidar operações por meios tradicionais de câmbio ou contas em reais de não residentes.
Regra mira stablecoins em remessas internacionais
O ponto central da nova orientação é impedir que stablecoins e outros criptoativos sejam usados como a “perna” de liquidação de pagamentos internacionais dentro do sistema formal. A leitura do regulador é que, quando a liquidação ocorre em tokens fora dos canais clássicos, a supervisão sobre fluxo de capitais, tributação e prevenção à lavagem de dinheiro fica mais difícil.
De acordo com a reportagem, reguladores estimam que cerca de 90% das remessas transfronteiriças relacionadas a cripto no Brasil envolvem stablecoins atreladas ao dólar, como USDT e USDC. Esse crescimento ajuda a explicar por que o tema entrou no radar do Banco Central justamente em um momento de expansão global dos pagamentos com moedas digitais.
O movimento também conversa com uma tendência mais ampla.
📋 Resumo A BNB Chain afirma ter passado de 150 mil agentes de IA on-chain, alta de 43.750% desde janeiro. O avanço coloca a rede na liderança desse nicho, mas também aumenta a pressão por infraestrutura barata, rápida e segura para automações em DeFi, NFTs e tarefas cross-chain.
A BNB Chain ultrapassou a marca de 150 mil agentes de inteligência artificial registrados on-chain em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo próprio ecossistema e citados pelo crypto.news. O salto representa uma alta de 43.750% desde janeiro, quando havia menos de 400 agentes desse tipo em todo o mercado cripto.
O dado importa porque mostra uma mudança de uso: agentes de IA não são apenas carteiras paradas. Eles podem executar estratégias, interagir com contratos inteligentes, operar em DEXs, coordenar tarefas cross-chain e manter aplicações funcionando 24 horas por dia. Para uma rede como a BNB Chain, o crescimento reforça a tese de que taxas baixas e alta capacidade de processamento podem atrair automações em escala.
BNB Chain ganha tração com agentes autônomos
De acordo com a publicação oficial da BNB Chain, a rede se tornou a principal infraestrutura para agentes baseados no padrão ERC-8004, com cerca de um em cada três agentes on-chain rodando em seu ecossistema. O padrão ajuda a definir identidade, carteira e interação autônoma entre agentes e contratos inteligentes.
A rede também destaca o BAP-578, seu padrão nativo para agentes que podem ser possuídos, negociados e atualizados. Na prática, a proposta é transformar agentes em entidades on-chain mais flexíveis, capazes de atuar em múltiplos protocolos sem depender de intervenção humana constante.
Esse movimento conversa com outras frentes recentes da BNB Chain. Como o CriptoBR mostrou na matéria sobre a ativação do fork Osaka/Mendel para acelerar a rede, o ecossistema vem ajustando sua infraestrutura para suportar mais volume e finalização rápida.
Coreia do Norte domina 76% dos roubos cripto em 2026
Hackers ligados à Coreia do Norte responderam por 76% do valor roubado em ataques cripto em 2026, segundo a TRM Labs. Apenas dois casos, Drift e KelpDAO, somaram US$ 577 milhões.
CoinMarketTok abre pré-venda do token CMT na Solana
CoinMarketTok se apresenta como plataforma global de listagem de tokens e mantém pré-venda ativa do CMT na Solana via PinkSale, com liquidity locked e tokens burned.
Tether propõe fusão da Twenty One com Strike e mineradora
A Tether Investments propôs unir a Twenty One Capital à Strike e à mineradora Elektron Energy. Se avançar, a operação cria uma companhia listada que combina tesouraria em Bitcoin, mineração, serviços financeiros e crédito.
A Binance anunciou o USD.AI (CHIP) como 63º projeto do HODLer Airdrops, com distribuição retroativa para usuários que mantiveram BNB em produtos elegíveis.
ETF 2x BNB debut di AS dengan perdagangan di NYSE Arca
Teucrium dan xETFs meluncurkan XBNB, ETF berleverase yang bertujuan untuk memberikan dua kali lipat kinerja harian BNB sebelum biaya. Produk ini mulai diperdagangkan di NYSE Arca dan memperluas penawaran instrumen teratur yang terkait dengan kripto di AS.